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Afro Pupo

Alcindo Rui Paquete Joaquim, mais conhecido por Pupo nasceu a 13 de fevereiro de 1992 em Luanda, Angola. Filho de disc jockey, foi educado com sonoridades de Sting, UB40, Modern Talking, Sandra, por seu pai; e músicas mais africanas de Papa Wemba, Salif Keitah, Yousson Dour, Kassav e Lourdes Van-Dunen, pela sua mãe. Mas sempre teve muitos sonhos e uma imaginação muito fértil, ao ponto de aos 4 anos, ter desmontado o aparelho de som de seus pais para "ver” quem cantava a música e desmistificar o princípio de funcionamento do mesmo.

Dj e produtor desde os 14 anos; e autodidata em design na plataforma Microsoft PhotoDraw, Pupo começou a construir os seus próprios vídeos musicais na plataforma Sony Vegas, também autodidata. Após ingressar na universidade em 2010, aprofundou os seus conhecimentos em Computação Gráfica, Tecnologias de Informação e Multimédia. O que o levou elaborar uma dissertação em Multimédia na plataforma Unity 3D, que também incluía vídeos animados triviais, editados e narrados por ele mesmo num videojogo compatível nos sistemas Windows, IOS e Android, de sua autoria. O que lhe valeu a maior nota do seu curso. É técnico médio em Energias e Instalações Eléctricas, licenciado em Engenharia Informática, especializado em Programação C++, Java e SQL; e mestre em Direcção Estratégica de Engenharia de Software.

Pupo entrou no house music hall trabalhando com várias editoras e artistas pelo mundo inteiro. Dada a sua espontaneidade foi convidado por um amigo a fazer o casting na TV Zimbo em 2016. Admitido como repórter e Dj do Made In Angola até ter a sua primeira experiência como apresentador, num especial do dia 1 de Junho no A Tarde é Nossa. Mas somente em 2018, após um casting interno na TV Zimbo, tornou-se apresentador do programa Vitrine.

Hoje, Pupo é um dos pioneiros do movimento de "house music” no país e usa do conhecimento que tem de música, edição, computação gráfica e tecnologias de informação, para fazer as reportagens mais insanas da televisão angolana, mostrando o lado da TV Zimbo que as câmeras não mostram de um jeito bem divertido. Sem limites na imaginação, Pupo carrega no coração o espírito que motivou a criação desta que é "a televisão que mudou a televisão”, com um cunho muito pessoal e inspirando a revolução na forma de se fazer televisão.

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